Cerca de 25 mil sacos destinados à recolha de pilhas usadas vão ser distribuídos pelo território da Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL) com vista a aumentar o correto encaminhamento deste resíduo.
A campanha de recolha de pilhas e baterias usadas é promovida pela ERP Portugal, entidade gestora de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e baterias, e pela AMCAL, composta pelos municípios de Alvito, Cuba, Vidigueira, no distrito de Beja, Portel e Viana do Alentejo, no de Évora.
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da AMCAL, Nelson Brito, indicou que vão ser distribuídos pelos concelhos aderentes cerca de 25 mil sacos e assumiu que um dos objetivos da iniciativa é recolher «uma tonelada e meia de pilhas por ano».
«A triagem e a separação [dos resíduos domésticos] começa nas nossas casas», salientou o responsável, realçando que os sistemas de recolha seletiva «são boas práticas que estão a ser implementadas no país e na Europa».
Nesta fase, que arranca na segunda-feira com a distribuição dos sacos denominados “Traga Pilhas”, aderiram à campanha os municípios de Alvito, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo.
Os promotores referiram que é frequente a deposição de pilhas no ecoponto amarelo ou no lixo comum, sublinhando que a iniciativa pretende «combater esta prática, que representa um sério risco ambiental e de saúde pública», dada a composição química deste dispositivo.
«O saco Traga Pilhas foi concebido para ser acoplado ao ecoponto amarelo, já disponível para os residentes dos municípios do Alentejo Central na recolha seletiva porta a porta», o que permite «simplificar o processo para o cidadão e tornar a separação das pilhas usadas mais acessível e intuitiva», notaram.
De acordo com os promotores, os sacos, depois de entregues à população, serão recolhidos juntamente com a reciclagem seletiva e posteriormente encaminhados para Unidades de Tratamento Especializadas.
«Este processo é crucial para garantir que as substâncias nocivas presentes nas pilhas sejam manuseadas de forma segura, evitando a contaminação do solo e da água», acrescentaram.
FONTE: SUL INFORMAÇÃO ALENTEJO
