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Mais um dia de FACECO foi aposta ganha

Publicada em: 20/07/2026 02:23 -

Por Pedro Lemos

A FACECO – Feira das Atividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira teve, na edição deste ano que terminou ontem, 19 de Julho, mais um dia, naquela que foi «uma aposta ganha».

Dos tradicionais três dias, a FACECO passou para quatro – quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo, algo que já tinha acontecido no passado e que a Câmara Municipal quis recriar este ano.

Na conferência de imprensa final de balanço da feira, o autarca Hélder Guerreiro garantiu que foi uma aposta ganha.

«Alguns expositores fizeram-nos sempre chegar a ideia de que era bom ter mais um dia. Só três dias seria pouco para o investimento que fazem. Pareceu-nos que responder a essa vontade seria o ideal: experimentámos e consideramos que foi uma iniciativa positiva», disse.

Na edição de 2026, a FACECO reuniu 366 expositores, mais 40 do que em 2025, o que atesta esse «interesse por parte das pessoas».

Devido ao facto de ter mais um dia, a feira também bateu um recorde: pela primeira vez, foi ultrapassada a barreira dos 50 mil visitantes. «Estimamos que tenhamos chegados aos 52 mil», disse Hélder Guerreiro.

Para o presidente da Câmara de Odemira, o importante é, todavia, a qualidade.

«O que nos interessa é a satisfação dos expositores e a experiência dos visitantes: que passem aqui um bom dia, a ver e a conhecer o melhor do nosso concelho», considerou.

O aumento para quatro dias também permitiu expandir o concurso da raça limousine e a oferta cultural. Pelo palco, passaram nomes como Buba Espinho, Toy e Miguel Gameiro. Também os concursos das ovelhas de raça charnequeira e de vacas garvonesa foram dois sucessos.

A FACECO deste ano ficou também marcada pelo lançamento de uma marca – a “D’Odemira” que quer promover e alavancar os produtos locais, do mel ao medronho, passando pelo marisco e a batata-doce.

Pedro Lemos

Poucas coisas me dão mais gozo na vida do que sentar-me frente a frente com uma pessoa, olhar-lhe nos olhos, escutá-la e ouvir a sua história para depois a verter num texto. Acho que isso diz tudo sobre como vejo e encaro isto do jornalismo, onde ando há quase 10 anos. Sou o Pedro.

FONTE: SUL INFORMAÇÃO

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