A Resialentejo acaba de reforçar a sua capacidade de processamento e valorização de resíduos urbanos, através de um investimento superior a 6 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelo Fundo Ambiental, no âmbito da componente dedicada à bioeconomia sustentável e à promoção da economia circular. A operação integrou duas intervenções estruturantes: a construção de uma nova Central de Triagem de Embalagens e a modernização da Central de Tratamento Mecânico e Biológico existente.
Este investimento resulta na valorização económica dos resíduos urbanos - na área de atuação desta entidade intermunicipal - garantindo a sua conversão em produtos que podem ser reutilizados em novos processos. Por outro lado, melhora o desempenho das operações de tratamento de resíduos, através da adoção de novas soluções tecnológicas e de processos de trabalho mais eficientes. Finalmente, no que diz respeito ao impacto ambiental dos resíduos, diminui a quantidade encaminhada diretamente para deposição em aterro.
A Resialentejo trabalha de forma contínua, para otimizar o desempenho do seu sistema de gestão de resíduos, promovendo soluções para a valorização e reutilização de materiais, com menor impacto ambiental. A grande meta é servir a comunidade, de forma cada vez mais próxima e eficiente, contribuindo para o desenvolvimento da região e para o fomento da economia circular.
Sobre a Resialentejo:
A Resialentejo foi constituída a 18 de junho de 2004 para gerir o Sistema de Tratamento e Valorização de Resíduos Urbanos (RU) do Baixo Alentejo. A empresa intermunicipal responsável pelo tratamento dos resíduos urbanos dos concelhos de Almodôvar, Barrancos, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura, Ourique e Serpa, num total anual aproximado de 50.000 toneladas. A empresa serve 86.505 habitantes, numa área geográfica de 6.650 Km2.
