Conventinho das Oblatas vence prémio de reabilitação urbana de Odemira
PATRIMÓNIO
Por Elisabete Rodrigues
O Conventinho das Oblatas do Divino Coração, situado no coração de Odemira, é o vencedor da 3.ª edição do Prémio de Reabilitação Urbana do Município de Odemira (PRUMO). O projeto, da autoria da arquiteta Helena Botelho, foi distinguido pela intervenção realizada na casa conventual e recebeu um prémio de 5 mil euros.
O edifício situa-se entre a Avenida Teófilo da Trindade e a Rua Dr. Manuel de Arriaga, em Odemira, e pertence à Congregação das Oblatas do Divino Coração. A execução da obra esteve a cargo da empresa Arménio & Ricardo – Sociedade de Construção.
A distinção foi entregue no domingo, 5 de outubro, numa cerimónia que contou com a presença de Pedro Ramos, vereador da Câmara Municipal de Odemira responsável pela área do Planeamento, e de Cláudia Gaspar, presidente da Secção Regional do Alentejo da Ordem dos Arquitetos.
A entrega do PRUMO ficou integrada numa jornada dedicada à arquitetura e à reabilitação urbana, que incluiu também a inauguração da exposição da 2.ª edição do Prémio Arquitetura no Alentejo 2025, no espaço CRIAR, em Odemira.
A mostra ficará patente ao público até 19 de outubro e a iniciativa terminou com uma visita ao próprio Conventinho das Oblatas do Divino Coração, permitindo conhecer de perto a intervenção distinguida nesta terceira edição do prémio.
A escolha do projeto vencedor coube a um júri constituído pelo arquiteto e vereador Pedro Rebelo Ramos, pela arquiteta Inês Sousa Marcelino, indicada pela Secção Regional do Alentejo da Ordem dos Arquitetos, e pelo arquiteto José Carvalho Araújo, designado pelo Município de Odemira.
O Prémio de Reabilitação Urbana do Município de Odemira tem periodicidade bienal e é promovido no âmbito do Odemira Reabilita – Programa de Incentivos à Reabilitação do Património, contando com o apoio da Secção Regional do Alentejo da Ordem dos Arquitetos.
Com esta iniciativa, a Câmara de Odemira pretende distinguir intervenções que constituam «um exemplo de qualidade arquitetónica» e que contribuam simultaneamente para a «valorização do património edificado do concelho de Odemira», colocando a recuperação dos edifícios existentes no centro da estratégia de reabilitação urbana municipal.
FONTE: SUL INFORMAÇÃO


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